A história da loucura dos memes

Meme, segundo a Wikipedia:

Um meme, termo cunhado em 1976 por Richard Dawkins no seu bestseller controverso O Gene Egoísta, é para a memória o análogo do gene na genética, a sua unidade mínima. É considerado como uma unidade de informação que se multiplica de cérebro em cérebro, ou entre locais onde a informação é armazenada (como livros) e outros locais de armazenamento ou cérebros. No que respeita à sua funcionalidade, o meme é considerado uma unidade de evolução cultural que pode de alguma forma autopropagar-se. Os memes podem ser idéias ou partes de idéias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma. O estudo dos modelos evolutivos da transferência de informação é conhecido como memética. Quando usado num contexto coloquial e não especializado, o termo meme pode significar apenas a transmissão de informação de uma mente para outra. Este uso aproxima o termo da analogia da “linguagem como vírus”, afastando-o do propósito original de Dawkins, que procurava definir os memes como replicadores de comportamentos.

Na prática, no contexto da Internet, um meme acontece quando uma pessoa posta em seu blog alguma coisa sem sentido, e propõe que as outras pessoas façam o mesmo. No contexto exposto na Wikipedia, seria a transmissão de uma mente para outra. E a Internet acabou servindo como meio para esta comunicação.

Na minha tentativa de realmente mergulhar na blogosfera, posto aqui o primeiro meme que participo, com a diferença que não ter necessariamente ter vindo de site ou blog específico. Vi em tantos blogs, tantos sites, que pensei: “Hey, isso não deve machucar tanto” ;-).

Vamos ver então qual é a quinta frase da página 161 do livro que estou lendo:

“Nisso consiste, sem dúvida, o paradoxo maior da experiência clássica da loucura; ela é retomada e envolvida na experiência moral de um desatino que o século XVII proscreveu através do internamento; mas ela está ligada também à experiência de um desatino animal que forma o limite absoluto da razão encarnada e o escândalo da condição humana”.

Profundo, não? É Foucault: A história da Loucura na Idade Clássica.

Estou demorando demais para ler este livro. Espero terminá-lo até final o mês de março, pelo menos.

Viu? não doeu.

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