Aiai, calor dos Inferno!

Várias coisas…

Me considerem o mais novo viciado em Heroes. Sim, eu me odeio por isso. Não consigo. Assisti a primeira temporada inteira em poucos dias (uma média de três episódios diários), e agora estou me vendo baixando os primeiros episódios da segunda!

E consegui até fazer minha irmã se viciar também. “O que, assistindo esse negócio aí, ficando até de madrugada vendo essa inutilidade?”. Agora ela fica toda hora entrando no Linux pra assistir os episódios, já que o Windows é uma merda e não toca nenhum tipo de arquivo…

Obs1: Peter Petrelli é emo. Será que ele me empresta os CDs do Simple Plan? hauahu

Obs2: Mesmo assim vocês não me verão tão cedo num fan-cube de Heroes.

(…)

Fui ar mercado. Comprar 150g de Mussarela. Cheguei lá, e havia uma moça “na fila”. Pediu uma carne, alcatra, sei lá. “Mais alguma coisa?”. “Me vê mais 200g de…”. “Mais alguma coisa?”. “300g de mussarela”. “Mais alguma coisa?”. “Aqueles dois peitos”. “Mas para quê, os seus são tão lindos”. Não disse, mas pensei. Maldito superego. Maldito Freud.

Depois de um ano ela pediu tudo que queria. E lá era minha vez. Só duzentos gramas de mussarela (não eram 150?). Fazer tapioca, acho. Aquele negócio com polvilho.

(…)

Uma aula de algoritmos. E então o professor começa a contar.

“Imagina se você vai nesses supermercados, onde servem cafezinho de graça. Você sabe que pelo menos metade das pessoas amassam o copinho depois de beberem, enquando que o resto joga os copinhos sem amassar.

E você sabe também que os copinhos usados que ficam inteiros são usados novamente, mas o pessoal lava muito mal eles.

A pergunta que faço é: Você amassaria ou jogaria o copinho inteiro no lixo?

– Ué, amassaria, é claro – todo mundo responde. os que não respondem – como eu – pensam.

Pois se você sabe que sempre haverá quem jogue copinho inteiro no lixo, se você amassar o seu, e decidir tomar um novo café no mesmo lugar, não terá a mínima chance de pegar novamente o mesmo copo que utilizou na primeira vez; mas se jogar inteiro, terá esta chance, mesmo que muito pequena.”

Depois de uma aula destas, agradeço por não gostar de café ;-) Ufa, nunca vou passar por tal situação.

(…)

Aí o cara me liga.

(cumprimentos, normal)

– Então, eu tô com uns problemas aqui. É que eu atualizei o Linux aqui e agora não tão aparecendo os botões das janelas, aquele fechar, minimizar…

– Mas tá com os efeitos habiitados?

– Tá, ele tá com os efeitos todos, cubo, etc.

– Faz o seguinte. Desabilita os efeitos.

– Como faz isso? É que a opção no menu sumiu.

– Tenta assim. Abre um terminal e digita gtk um tracinho, window e dá um tab. Apareceu alguma coisa?

E enquanto isso passava no programa do Gugu (Domingo Legal) numa tevê ao meu lado:

Sheyla tem os maiores seios do Brasil.

“Ahm…”  Isso desvia a atenção de qualquer um ;-0  Como é que vou conseguir prestar atenção no que a pessoa do outro lado está falando? E não dá mesmo…

– Tenta assim. Desabilitar os efeitos por enquanto, e depois você atualiza o sistema novamente pra ver se o problema é resolvido. Abre um terminal e digita: metacity espaço hífen hífen replace. Isso. Replace. Apareceu as bordas?

– Apareceu, mas os efeitos sumiram.

– É, faz o seguinte. Abre o programa de instalar pacotes.

– Aquele synaptic?

– É.

– Ele tá dando um erro aqui.

– Qual?

– (Definição do Erro)

– Faz assim então. Vai lá no terminal e executa esse comando que ele disse. Sudo dpkg hífen hífen configure.

– Tá, calmae.

– O que apareceu?

– Apareceu uma tela de ajuda, falando como utilizar o comando. (aquela tela chata do dpkg).

– Faz o seguinte então. Digita: sudo apt-get update. Digitou?

– Digitei.

– Apareceu alguma mensagem de erro?

– Não.

– Não?, estranho.

– Ah, eu vi esses dias aquele ambiente, o KDE, como que faz pra usar ele?

– É só, na hora do login, ir lá numa opção pra mudar a sessão, mas pra isso você tem que instalar um pacote chamado kubuntu-desktop.

– Ah, mas kubuntu não é aquele outro sistema, como o Ubuntu?

– É, na verdade ele baixa os pacotes do KDE, que deixam o sistema como esse Kubuntu, mas sem desinstalar o GNOME.

– Ah, vou tentar baixar aqui.

– É, o download é uns 120MB (chute), então demora um pouco.

– Pode deixar, eu baixo ele aqui.

– O pacote é kubuntu-desktop, beleza? Procura lá no synaptic.

– Ah tá. Já achei ele aqui. Já tô baixando. E como que faz pra instalar aquela barrinha na tela, com ícones transparentes? É difícil?

– Ah, (eu ia falar do tutorial que o Hamacker publicou, sobre o AWN, mas acabei não falando, esquecendo, sei lá. E o programa do Gugu continuava lá. A mulher também).

– Tá certo então.

– Faz assim. Vai baixando o KDE aí pra ver se funciona, e se não funcionar, amanhã você liga aqui em casa que eu vou aí pra ver se faço alguma coisa. De manhã acho que posso.

– Beleza. Falou aí.

– Opa, falou.

Às vezes me pergunto se o Linux (neste caso, Ubuntu) está realmente pronto para o usuário “não-especialista”. Ainda dá um problemas esquisitos. Aonde já se viu abrir um terminal?

(…)

Calor. Estou suando como um porco neste exato momento. Não há ventilador que resolva. De uns dias para cá começou a fazer muito calor aqui na cidade. É impossível ficar exposto ao sol por mais que alguns segundos. Está queimando (lógico!). Diz que fez 36 graus, mas acredito que tenha passado disso.

E o pior é que isso dá preguiça, mas não dá pra dormir. Um desconforto. Até os bichos ficam molengas. É gato com as patas pra cima, tentando se refrescar. Parece até gente.

E tenho que ir para o DIN, mais ou menos uma hora da tarde. Calor. Bicicleta. Chego lá quente.Muito quente.

Laboratório. Computadores. O vilão: o ar-condicionado. Geladinho.

Mas me lembrei que não suporto ar-condicionado. Não consigo respirar. Mas não tem como. Tem mais gente na sala. Então tenho que sair à vezes lá fora e respirar.

Na salinha ao lado, onde ficam os servidores, os condicionadores de ar pararam de funcionar. Vários computadores (uns 15), switchs e HUBS. Dois no-breaks. Um calor danado gerado. Numa salinha de pouco mais que três-por-três.

E eu nem percebi que não estavam funcionando. A salinha fica fechada, e o barulho das máquinas se confunde com o dos condicionadores de ar.

Então alguém percebe que não estavam funcionando. O termômetro marca quase 40.

Então arrumar um jeito de ligar o bicho.

Estão mexendo no cabeamento de rede do departamento. Estão adicionando pontos, não sei. Então os corredores ficam cheios de fios e gente instalando eles. E abriram “portinhas” no forro das salas. E na sala onde fico também.

Se você ficar de baixo de um destes buracos, vai sentir um bafo quente, à uns 50º bater na sua nuca. Horrível.

Ar frio é frio demais. E seco. Ar quente é quente demais.

Resultado: estou resfriado. Neste calo, eu resfriado. Espirrando, nariz escorrendo. Eu tendo que respirar pela boca. Odeio isto.

Um calor danado. Agora (ontem), uma da manhâ. Suando feito um porco. Não sei se vou conseguir dormir. Ouvindo legião.

(…)

Consegui dormir. O dia amanheceu chuvoso. Está chovendo e relampejando.

Saí pra comprar pão e estava um friozinho. Maldito El niño.

Meu nariz tá escorrendo. Qual a diferença entre um resfriado e uma gripe?

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