
O vermelho da bandeira do Brasil
Setembro 19, 2007Gosto de carros. Sim, meu sonho de consumo é o opala 1992 ou o setenta e tanto, o original. Fazer o que?…
Mas uma coisa que acho estúpida, pelo menos para o brasileño, é essa paixão que nos fazem acreditar que temos pela fórmula um.
Vou ser curto e grosso. Acho estúpido isso. Sempre os mesmos vinte-e-tantos carros correndo; É sempre o mesmo cara que ganha. É um negócio chato. Uma hora inteira passando um monte de carros fazendo barulho, e andando de um lado para outro; Para piorar: eu não entendo nada. Não sei porque é que um piloto é penalizado e outro não, se fizeram a mesma cagada; Acho algo totalmente fora de nossa realidade, e é algo que no se tira proveito algum. Um monte de milionários apostando corrida, e a gente aqui torcendo feito loucos?
Aí que entra a coisa que eu quero falar.
Galvão:
“Vai Rubinho. Vai Rubinho. É do Brasiiil!!! Rubens Barriquelo - é assim que se escreve, não? - é podium! É do Brasil!” - e toca aquela maldita musiquinha do Senna…
Só não notaram o seguinte fato: Existiam vários brasileiros participando desta competição, nas mais diferentes escuderias. Mas só Rubinho era Brasil.
“É o Brasil na fórmula 1″, dizia Galvão.
Até que um dia um piloto de uma escuderia qualquer - que estava sempre entre os últimos - é “promovido” à assistente do presidente, digo, à piloto da Ferrari.
E o antigo “piloto representando o Brasil” é rebaixado à um lugar qualquer.
Imediatamente o mais novo funcionário da Ferrari passa a ser o Brasil na fórmula 1, adorado por Galvão, enquanto que o anterior é jogado para escanteio, vira motivo de chacotas, passar a ser esquecido pelo próprio narrador.
Ou seja meus caros, a verdadeira nação que torcemos nas corridas de F1 se chama Ferrari.
Mas anda prefiro meu opala…







[...] para seu sucessor. Simples. E porquê isto acontece? Na minha opinião, pela mesma razão que Massa agora é Brasil na Fórmula 1. É. Este é o poder da mídia. Ela consegue fazer você deixar de ser quem realmente é. Devo [...]